Terra sofre 15 horas de tempestades geomagnéticas após ser atingida por erupções do Sol

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No último sábado (25) o nosso planeta foi atingido por jatos de plasma do Sol que provocaram 15 horas de tempestades geomagnéticas.

Vale ressaltar que na quarta-feira (22), o Sol lançou erupções de classes C e M, consideradas fracas e moderadas, respectivamente.

Dessa forma, os jatos atingiram a Terra na manhã de sábado (25), às 5h52, pelo horário de Brasília.

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6:45 PM – 25 de nov de 2023 – de Kirkcaldy, Scotland

Tempestades geomagnéticas de classe g1 (fraca) a g2 (moderada)

Segundo o portal de meteorologia e climatologia espacial (spaceweather.com), as erupções solares provocaram cerca de 15 horas de tempestade geomagnéticas, de níveis:

  • G1 – fraco;
  • G2 – moderado.

Cabe ressaltar, que a escala vai de G1 a G5, sendo que as classes G4 e G5 podem provocar danos a satélites e outros equipamentos terrestres.

Auroras foram vistas no norte do globo

Após os jatos de plasma solar atingirem a magnetosfera do planeta Terra, auroras foram observadas a olho nu na região norte da Europa.

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Além disso, outros tipos de auroras invisíveis ao olho humano, como as auroras vermelhas e fotográficas foram detectadas em latitudes médias e mais ao sul em países como a Romênia e a Eslovênia.

Quais os riscos se ocorrerem erupções mais severas?

As erupções solares podem provocar auroras fracas e moderadas como aconteceu agora neste último sábado (25),  sem maiores consequências para a humanidade.

No entanto, erupções mais severas podem causar tempestades geomagnéticas mais intensas capazes de provocar falhas em redes de energia e até nos sistemas GPS.

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Inclusive, tempestades geomagnéticas G4 e G5 podem derrubar sistemas de energia e até provocar danos em satélites que orbitam o nosso planeta, como ocorreu com equipamentos Starlink da SpaceX no mês de fevereiro deste ano.

Vale destacar, que esses jatos de plasma estão cada vez mais intensos porque a nossa estrela, o Sol, está chegando no seu “máximo solar”.

Período em que ele, o Sol, apresenta uma grande atividade e fica mais “revoltado” quando se aproxima no final de um ciclo de 11 anos.

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Leandro Sinis, além de ser o CEO do Biologia Digital, traz consigo uma bagagem valiosa como biólogo e divulgador científico, graduado pela renomada Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua paixão pela ciência e pelo compartilhamento do conhecimento o impulsiona a liderar esta plataforma com dedicação e expertise. Para entrar em contato com Leandro, envie um e-mail para: leandrocarsi89@gmail.com