Panela de barro de 5 mil anos é encontrada com restos de comida

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Arqueólogos encontraram panela de barro de 5 mil anos queimada com resíduos de alimento em assentamento na Alemanha.

Na verdade, os pesquisadores identificaram e analisaram pedaços de uma panela de barro carbonizada ainda com restos de alimento.

Vale destacar, que o objeto de cerâmica foi identificado em Oldenburg LA 7, um assentamento do Neolítico ou Idade da Pedra Polida de cerca de 5 mil anos atrás.

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Inclusive, a descoberta foi publicada, no último dia 19 de janeiro, no periódico PLOS One.

Desse jeito, parece que alguma pessoa estava cozinhando há 5 mil anos e acabou deixando a comida queimar.

Panela de barro de 5 mil anos foi encontrada com restos de mingau queimado

De acordo com a autora principal do estudo, Lucy Kubiak-Martens, assim que os pesquisadores observaram a panela queimada, ficou evidente que alguma coisa havia dado errado no processo de cozimento.

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Além disso, os pesquisadores analisaram os resíduos de alimentos queimados nos pedaços da panela de barro e descobriram os seguintes ingredientes que estavam sendo preparados por essa pessoa do Neolítico:

  • Trigo;
  • Cevada;
  • Quinoa.

Dessa maneira, ao examinar os resíduos de alimento no fragmento da panela de barro, os estudiosos perceberam que existiam resquícios de sementes de pé de ganso, um tipo de quinoa, ricas em proteínas.

Ainda, foi identicado também emmer, um tipo de trigo, rico em amido e que confere um sabor adocicado à comida.

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Dessa forma, os pesquisadores concluíram que essa pessoa da Idade da Pedra Polida, estava cozinhando trigo e quinoa com água, ou seja, uma espécie de mingau de cerca de 5 mil anos atrás.

Conhecendo a dieta de civilizações do Neolítico

Assim, os arqueólogos descobriram e registraram a primeira tentativa (fracassada), de preparar mingau da história.

Além do mais, os estudiosos acabaram aprendendo um pouco sobre o tipo de dieta das pessoas que viviam nesse assentamento do Neolítico.

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Desse jeito, nessa descoberta, ficou evidente pela presença de uma variedade de grãos e sementes, que a dieta era rica em proteínas e amido.

Entretanto, vamos aguardar para saber o que as próximas análises desse sítio arqueológico ou de outros podem revelar sobre o tipo de dieta de civilizações neolíticas.

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Leandro Sinis, além de ser o CEO do Biologia Digital, traz consigo uma bagagem valiosa como biólogo e divulgador científico, graduado pela renomada Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua paixão pela ciência e pelo compartilhamento do conhecimento o impulsiona a liderar esta plataforma com dedicação e expertise. Para entrar em contato com Leandro, envie um e-mail para: leandrocarsi89@gmail.com

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