O Sol pode ser menor do que cientistas pensavam

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Foto: NASA

O Sol pode ser menor do que cientistas pensavam, sugere novo estudo.

O trabalho utiliza uma nova forma de medição da estrutura e tamanho da nossa estrela baseada em ondas sonoras.

A pesquisa foi comandada por Douglas Gough, cientista da Universidade de Cambridge e se encontra disponível no ArXiv,  um banco de dados pré-print de física.

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Método de medição anterior 

Até a década de 1970, os pesquisadores aproveitavam um eclipse solar total para bloquear a maior parte da luz emitida pelo Sol, para compreender o seu tamanho e estrutura a partir da observação da coroa, camada mais externa da nossa estrela.

Assim, com essa técnica, os pesquisadores descobriram que o Sol tem cerca de 695.990 km de raio.

O Sol pode ser menor do que cientistas pensavam

Por volta da década de 1990, os cientistas realizaram um tipo de medição baseada em ondas sonoras para avaliar como estas ondas oscilam ao longo da superfície e pelo volume da nossa estrela.

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As oscilações dessas ondas, são conhecidas como Modo F e sugere que o Sol na verdade é menor do que se pensava, algo entre 0,03% e 0,07% menor do que os pesquisadores acreditavam, baseado em estudos com a técnica do eclipse solar total.

Além disso, um novo estudo baseado em outro tipo de oscilação de ondas conhecida como modo P, chegou a resultados muito semelhantes aos estudos de 1990.

Dessa forma, os cientistas chegaram à conclusão de que o Sol possui um raio de cerca de 695.780 km e diâmetro de 1.391.560 km.

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Assim, a nova pesquisa confirma os dados dos estudos da década de 1990 baseada nas oscilações de modo F.

Novos números nos ajudam entender a correta estrutura do Sol

Embora pareça pequena a diferença entre o que se acreditava ser o tamanho do sol em 1970 (695.990 km) com os resultados atuais (695.780 km)…

Os novos números podem ser importantes para que possamos nos aproximar da verdadeira estrutura e composição química do Sol.

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Como indica o astrofísico William Chaplin, da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, que afirma que sem o tamanho correto do raio podemos chegar a conclusões erradas dos elementos e estrutura interna do Sol.

E todo esse entendimento sobre o Sol é fundamental para que possamos contornar alguns problemas provocados pelos ventos solares, como por exemplo, a forma como estes podem afetar as telecomunicações do nosso planeta.

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Leandro Sinis, além de ser o CEO do Biologia Digital, traz consigo uma bagagem valiosa como biólogo e divulgador científico, graduado pela renomada Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua paixão pela ciência e pelo compartilhamento do conhecimento o impulsiona a liderar esta plataforma com dedicação e expertise. Para entrar em contato com Leandro, envie um e-mail para: leandrocarsi89@gmail.com