James Webb detecta objetos misteriosos à deriva na Nebulosa de Órion

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James Webb detecta objetos binários misteriosos de origem desconhecida na Constelação de Órion.

Os objetos apresentam a massa de Júpiter, por isso são conhecidos como “JuMBOs”, um termo em inglês para objetos binários com massa equivalente à de Júpiter. 

Dessa maneira, eles estão viajando pela nebulosa de Órion em pares e os cientistas não sabem como eles foram formados.

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Assim, ao todo são 42 pares de objetos que estão flutuando numa região de formação de estrelas a cerca de 1.344 anos-luz de distância do nosso planeta.

Vale destacar, que os resultados da descoberta foram publicados inicialmente no banco de dados pré-print ArXiv no dia 2 de outubro.

Nebulosa de Órion. (Foto: NASA, ESA e CSA)

Gigantes gasosos ou JuMBOs

Como dito antes, os objetos misteriosos de origem desconhecida que estão flutuando na nebulosa de Órion são JuMBOs, ou seja, apresentam a massa equivalente à de Júpiter.

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Dessa maneira, os pesquisadores não conseguem explicar a formação desses gigantes gasosos e por isso acreditam que um mecanismo de formação novo deu origem a esses corpos misteriosos.

Além disso, é importante destacar que cada objeto do par está orbitando o seu parceiro a uma distância de 390 vezes a do nosso planeta com relação ao Sol.

Ainda, esses objetos binários errantes são muito jovens com uma idade aproximada de apenas 1 milhão de anos.

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Além do mais, esses Gigantes gasosos com massa equivalente à de Júpiter possuem uma temperatura de cerca de 700 graus celsius.

Cabe ressaltar, que de acordo com os cientistas a composição gasosa ao redor desses objetos consiste basicamente de:

  • Monóxido de carbono;
  • Metano.

Planetas ejetados ou estrelas fracassadas?

Vale destacar, que os cientistas inicialmente chegaram a acreditar que estes objetos binários gasosos pudessem ser planetas ejetados ou estrelas fracassadas.

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No entanto, os astrônomos não conseguem entender como planetas ejetados poderiam manter esta condição binária portanto tempo à deriva na nebulosa.

Além do mais, os pesquisadores também não conseguem explicar como estrelas fracassadas teriam se tornado tão pequenas.

Com isso, os estudiosos sugerem que um outro processo de formação novo poderia ter dado origem a estes objetos a partir da fragmentação de um disco de formação de planetas sem a presença de uma estrela.

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Leandro Sinis, além de ser o CEO do Biologia Digital, traz consigo uma bagagem valiosa como biólogo e divulgador científico, graduado pela renomada Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua paixão pela ciência e pelo compartilhamento do conhecimento o impulsiona a liderar esta plataforma com dedicação e expertise. Para entrar em contato com Leandro, envie um e-mail para: leandrocarsi89@gmail.com