James Webb detecta buraco negro mais distante que nasceu logo depois do Big Bang

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Utilizando dados do James Webb e observatório Chandra, pesquisadores detectaram buraco negro no início do Universo. (Foto: NASA)

Telescópio James Webb detecta buraco negro supermassivo que surgiu logo após o Big Bang, no início do Universo.

Para realizar a detecção, os astrônomos combinaram dados do James Webb com os do observatório de Raios-X Chandra, além de uma ajuda adicional de uma lente gravitacional, que ampliou a imagem.

Vale ressaltar que o buraco negro supermassivo observado se formou 470 milhões de anos depois do Big Bang, há 13,7 bilhões de anos atrás.

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James Webb detecta buraco negro com ajuda do observatório Chandra

Como dito antes, o buraco negro supermassivo encontrado no início do universo, mais precisamente somente 470 milhões de anos após o big bang foi detectado com a ajuda:

  • do telescópio James Webb;
  • do observatório de Raios-X Chandra;
  • e de uma lente cósmica ou gravitacional.

Assim, o James Webb detectou a galáxia hospedeira conhecida como UHZ1, a 13,7 bilhões de anos-luz de distância que foi observada na direção de um aglomerado de galáxias chamado Abell 2744, a 3,5 bilhões de anos-luz do nosso planeta.

Com isso, este aglomerado criou um efeito de lente gravitacional que ampliou a imagem em até 4 vezes…

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O que permitiu James Webb detectar o sinal infravermelho de UHZ1 e possibilitou Chandra identificar os raios-x emitidos pelo gás superaquecido ao redor do buraco negro.

Características do Buraco Negro

Segundo o coautor do estudo Andy Goulding, da Universidade de Princeton, pela massa do buraco negro e pela grande quantidade de raios-x ao redor dele, o astro já surgiu massivo.

Ainda, este buraco negro pode ter uma massa entre 10 e 100 milhões de sóis.

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Além disso, o que chama a atenção é que o buraco negro possui massa semelhante a de todas as estrelas somadas de sua galáxia hospedeira, a UHZ1.

Vale ressaltar que este trabalho rendeu duas publicações, uma na revista Nature Astronomy e outra na The Astrophysical Journal Letters.

Deste jeito, o estudo pode ajudar os pesquisadores a compreender como alguns buracos negros já surgiram supermassivos logo após o Big Bang.

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Leandro Sinis, além de ser o CEO do Biologia Digital, traz consigo uma bagagem valiosa como biólogo e divulgador científico, graduado pela renomada Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua paixão pela ciência e pelo compartilhamento do conhecimento o impulsiona a liderar esta plataforma com dedicação e expertise. Para entrar em contato com Leandro, envie um e-mail para: leandrocarsi89@gmail.com