Explosão solar monstruosa: Sol lança sua maior ejeção em anos

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O Sol acaba de liberar a explosão solar mais intensa do ciclo atual, uma monstruosa erupção da classe X8.7. 

Essa explosão, a mais forte em meia década, demonstra o poder imenso de nossa estrela. Mas qual é o impacto disso para nós aqui na Terra?

A mais potente explosão solar do ciclo atual

Uma imagem composta da explosão solar de 14 de maio capturada pelo satélite GOES-16 (acima) e pelo Solar Dynamic Observatory da NASA (abaixo). (Crédito da imagem: NASA)

Na última semana, o Sol lançou uma explosão solar da classe X8.7, a mais poderosa desde 2019, quando começou o ciclo solar atual. 

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Essa explosão foi desencadeada pelo mesmo grupo de manchas solares que causou auroras espetaculares no fim de semana anterior.

Dessa maneira, podemos entender que esse grupo de manchas solares, conhecido como Região Ativa 3664, está extremamente ativo e tem gerado várias erupções significativas.

Impactos na Terra: O que esperar?

Diferente da erupção X2.2 da semana passada, que causou apagões de rádio e auroras visíveis até o sul do México, a explosão X8.7 não deverá causar tempestades geomagnéticas ou auroras. 

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Isso porque, segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), o grupo de manchas solares responsável pela explosão está localizado na extremidade do lado visível do Sol. 

Portanto, os efeitos diretos na Terra serão limitados, embora apagões de rádio de alta frequência ainda possam ocorrer.

Ejeções de massa coronal: O que são e por que importam?

Explosões solares dessa magnitude podem lançar ejeções de massa coronal (CMEs) – plumas gigantescas de partículas solares carregadas que viajam pelo espaço.

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Se essas CMEs atingirem a Terra, podem desencadear tempestades geomagnéticas, resultando em auroras e possíveis falhas na rede elétrica e satélites. 

Contudo, a NOAA indica que as CMEs desta última explosão provavelmente não impactarão diretamente a Terra.

O que são explosões solares?

Explosões solares são poderosas emissões de radiação eletromagnética resultantes de perturbações magnéticas no Sol. 

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Elas ocorrem quando as linhas do campo magnético na atmosfera solar se emaranham e se rompem, liberando grandes quantidades de energia, incluindo raios X e radiação ultravioleta. 

Além disso, essas linhas torcidas emergem das manchas solares, que são áreas mais escuras e frias na superfície do Sol.

Ciclo solar 25: Estamos no máximo solar?

O ciclo solar, que dura aproximadamente 11 anos, atinge seu pico durante o máximo solar, quando as atividades solares extremas se tornam mais frequentes.

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O ciclo solar atual, conhecido como Ciclo Solar 25, começou em 2019. Cientistas acreditam que estamos próximos, ou talvez já tenhamos alcançado, o máximo solar deste ciclo. 

Somente após a diminuição da atividade solar é que poderemos confirmar o pico deste ciclo.

Sendo assim, enquanto observamos esses eventos espetaculares no Sol, é crucial entender seu impacto potencial na Terra. 

A recente explosão solar da classe X8.7 destaca a dinâmica intensa do nosso Sol e a importância de monitorar suas atividades. 

Para os entusiastas da astronomia e curiosos sobre os mistérios do universo, esses eventos solares são um lembrete do quão pequena e vulnerável é nossa posição no vasto cosmos. 

Continuaremos a observar e aprender com o Sol, nossa estrela brilhante e, às vezes, temperamental.

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Rafaela Lucena é uma farmacêutica e redatora apaixonada pelo mundo do bem-estar, astronomia e tecnologia. Combinando sua paixão e conhecimento, ela escreve artigos envolventes e informativos para o Biologia Digital, inspirando nossos leitores a explorar esses fascinantes temas. Para trocar ideias ou colaborar, entre em contato pelo e-mail: rafaeladelucena@gmail.com.

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