Doenças do caramujo: Tipos, formas de transmissão e como evitar

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As doenças do caramujo são muito preocupantes e todas as pessoas da sociedade devem procurar se informar sobre as formas de transmissão e como evitá-las.

Além disso, os caramujos que são moluscos da classe dos gastrópodes, podem transmitir vários tipos de doenças.

Com isso, neste post do Biologia Digital, você vai descobrir quais são essas doenças transmitidas por esses animais e maneiras de evitar a contaminação.

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Quais são as doenças do caramujo?

Primeiramente, é importante dizer que os caramujos são moluscos da classe Gastropoda e frequentem ambientes aquáticos, podendo respirar por brânquias ou pulmões.

No entanto, os moluscos gastrópodes conhecidos como caracóis, que vivem em ambientes úmidos, também podem transmitir doenças e todo cuidado é pouco.

Dessa maneira, o contato com esses animais precisa ser evitado a fim de não haver contaminação por doenças graves.

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E as doenças do caramujo importantes consideradas problemas de saúde pública, são:

  • Esquistossomose;
  • Angiostrongilíase ou meningite eosinofílica;
  • Dengue de “forma indireta”.

Esquistossomose

A esquistossomose é uma verminose causada pelo platelminto Schistosoma mansoni que ocorre principalmente em regiões de saneamento ruim.

Além disso, essa doença é conhecida como “barriga d´água” devido ao aumento do fígado ou baço em fases mais avançadas da doença.

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No entanto, os sintomas iniciais podem ser:

  • Tonturas;
  • Coceira na região anal;
  • Emagrecimento;
  • Febre;
  • Fraqueza;
  • Falta de apetite.

Vale destacar, que a transmissão acontece em regiões com saneamento ruim, através do contato com a água contaminada.

Isso porque, os caramujos principalmente das espécies Biomphalaria glabrata e Biomphalaria straminea são hospedeiros intermediários que abrigam larvas de Schistosoma mansoni.

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Assim, depois de quatro semanas as larvas dos parasitas saem desses moluscos e ficam nadando livremente no ambiente aquático onde se encontram.

Dessa maneira, para evitar a esquistossomose você precisa ficar longe de águas com caramujos infectados.

Além disso, esteja apresentando sintomas clássicos da doença, você precisa procurar por um médico especializado.

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Angiostrongilíase

Além do mais, outro verme que pode utilizar os caramujos como hospedeiros intermediários é o Angiostrongylus cantonensis, um nematóide.

Dessa maneira, esse verme pode provocar a Angiostrongilíase ou meningite eosinofílica.

E a transmissão ocorre se houver contato com o caramujo africano (Achatina fulica).

Cabe ressaltar, que essa doença foi trazida para o Brasil através de navios, onde existem ratos que também são outros hospedeiros do verme Angiostrongylus cantonensis.

Assim, aqui no Brasil as larvas do verme também infectam o caramujo africano, onde se desenvolvem. 

E quando os ratos comem os caramujos infectados, o verme termina o ciclo de vida ao se reproduzirem dentro dos roedores.

Vale destacar que outras espécies nativas de caramujos também podem transmitir a doença.

No entanto, o caramujo africano é o vetor mais comum desse verme parasita que causa a meningite eosinofílica.

Desse jeito, a melhor forma de prevenção dessa doença é evitar o contato direto com caramujos, principalmente, o caramujo africano.

Dengue, Chikungunya e Zika

Os casos de dengue, chikungunya e zika também podem aumentar por “culpa” dos moluscos gastrópodes como os caramujos.

E o caramujo africano mais uma vez pode ser vilão nesse caso. Isso porque depois que morre, sua concha pode se transformar num criadouro do Aedes aegypti, o mosquito que transmite essas doenças virais.

Então, de todo modo é bom evitar o contato direto tanto com o caramujo africano (Achatina fulica) quanto com outras espécies nativas de caramujos e caracóis que possam transmitir doenças aos seres humanos.Leia mais: Calculando a área do retângulo: Veja de forma simples como calcular esse parâmetro

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Leandro Sinis, além de ser o CEO do Biologia Digital, traz consigo uma bagagem valiosa como biólogo e divulgador científico, graduado pela renomada Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua paixão pela ciência e pelo compartilhamento do conhecimento o impulsiona a liderar esta plataforma com dedicação e expertise. Para entrar em contato com Leandro, envie um e-mail para: leandrocarsi89@gmail.com

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